ENFERMAGEM

A UNIESBAM ao criar o curso de Enfermagem, visa ao encontro das demandas sociais relacionadas à saúde na região Amazônica, atuando assim com domínio na área tecnológica, prática e comunitária, como também fomentando a assistência de enfermagem como um direito à cidadania no acesso e fundamentado no respeito humano para lidar com as pessoas.
A Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o curso de graduação em Enfermagem no Brasil e define os princípios, fundamentos, habilidades e conteúdos essenciais para a formação, com foco na atuação profissional no SUS, estabelece que o curso tem como perfil do formando egresso/profissional:
- Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais dos seus determinantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.
Coordenadora do curso:
Profª. Ma. Yone Almeida da Rocha
E-mail:
coord.enfermagem@esbam.edu.br
Corpo docente:
Professores doutores, mestres e especialistas com vasta experiência profissional na área das disciplinas que ministram
Duração do curso:
5 anos
Portaria de autorização:
Portaria SERES/MEC nº 43, de 11 de fevereiro de 2026, publicada no D. O. U. Seção 1, pág. 52, de 12/02/2026.
Conceito do curso:
4
Nome do curso: Enfermagem (Bacharelado)
Portaria de autorização: Portaria SERES/MEC nº 43, de 11 de fevereiro de 2026, publicada no D. O. U. Seção 1, pág. 52, de 12/02/2026.Duração (ano/semestres): 05 anos / 10 semestres
Objetivo do curso:
Formar enfermeiros com competências técnico-científicas, críticos, reflexivos, investigativos e responsáveis diante do contexto saúde-doença, política, social, educativa, administrativa, investigativa e ética para o exercício profissional de enfermagem no contexto do Sistema Único de Saúde, visando à qualidade da atenção em saúde prestada aos cidadãos.
Perfil do egresso:
O curso de Enfermagem, pautado na Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001, visa formar um profissional Enfermeiro generalista, humanista, crítico, reflexivo e investigativo, com competência técnico-científica, ético-política, social e educativa, capaz de empreender e inovar em sua área, consciente de sua importância no processo de construção de uma sociedade democrática, justa e igualitária e da melhoria da saúde, considerando em especial a sua região de atuação e adaptar-se às reais necessidades do mundo do trabalho e das necessidades integrais dos seres humanos.
Desse modo, o egresso do curso deverá:
- Ser um enfermeiro capaz de cuidar da pessoa/família/comunidade, reconhecendo os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença, com vistas à proposição de soluções e suas implementações baseadas em conhecimento técnico-científico, no desenvolvimento de ações de promoção, prevenção, proteção, reabilitação e paliação, para o cuidado integral ao ser humano;
- Ser um enfermeiro capaz de assumir o gerenciamento do trabalho em e Enfermagem e/ou Gestão em Saúde, tomando decisões junto à estrutura institucional, com foco no atendimento às necessidades em saúde da população;
- Ser um enfermeiro capaz de atuar como agente de transformação social pela promoção do autocuidado e de hábitos de vida com impacto na saúde individual e coletiva;
- Ser um enfermeiro capaz de desenvolver investigação de cunho científico, empírico ou experimental, reconhecendo nessa prática a construção e a sustentação do conhecimento na área de Enfermagem;
- Ser um enfermeiro capaz de se reconhecer como cidadão e profissional que pertence a uma categoria da área da saúde, integrante de uma equipe de saúde, atuando como agente de mudança, com princípios ético-políticos, na dinâmica institucional e nas relações sociais.
Competências e Habilidades:
Para alcançar o perfil profissional desejado a UNIESBAM pretende desenvolver no educando competências e habilidades essenciais para o desenvolvimento das ações do enfermeiro, nos seus diferentes âmbitos de atuação, com capacidade para:
- Reconhecer contextos, através da identificação de demandas, intervindo com o desenvolvimento de ações de prevenção, promoção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo;
- Empreender negócios voltados para o cuidar em enfermagem, propostas essas comuns e necessárias na atual conjuntura econômica e social;
- Avaliar os resultados das ações realizadas, interpretar a aplicação das técnicas de enfermagem dentro dos padrões de qualidade e dos princípios da ética e bioética;
- Utilizar o raciocínio lógico, de argumentação, de persuasão e de reflexão crítica, no julgamento e tomada de decisões;
- Dialogar, atribuir significados, conciliar e intervir na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral;
- Trabalhar em grupo e com profissionais de todas as áreas do conhecimento;
- Estar apto ao trabalho em equipe multiprofissional, assumindo posições de liderança, envolvendo compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento, de forma efetiva e eficaz, tendo sempre em vista o bem-estar da comunidade;
- Utilizar as novas tecnologias para o pleno exercício profissional, na busca de dados e informações úteis às suas atividades profissionais;
- Participar de pesquisas, divulgando seus resultados e produzindo conhecimentos que sustentem e aprimorem a prática da enfermagem;
- Gerenciar e assessorar órgãos, empresas e instituições na elaboração e implementação de projetos e políticas de saúde;
- Empreender e inovar em sua área de atuação;
- Constituir e fomentar ações de responsabilidade social e sustentabilidade.
Metodologias
Os procedimentos metodológicos que favorecem a aprendizagem na UNIESBAM baseiam-se no(a):
- Escuta que oportuniza o diálogo, na participação dos acadêmicos, na criação de situações interativas, na formação do pensamento crítico-reflexivo responsável pela “profissionalização requerida pelas necessidades fundamentais da sociedade” (CAMPOS, 32).
- Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade incentivadas através do compartilhamento entre os conteúdos curriculares, entre as atividades de ensino, investigação científica e extensão, desde o momento em que o discente ingressa na IES. Considerando o avanço da tecnologia, o processo de globalização faz-se necessário o entrelaçamento entre escola e movimentos sociais, ONGs, sindicatos, grêmios, Igrejas, e outros espaços educativos, sem ignorar as redes de informação e comunicação. A integração disciplinar possibilita a análise dos objetos de estudo sob diversos olhares, constituindo-se questionamentos permanentes que permitam a (re) criação do conhecimento;
- Formação profissional para a cidadania, expressa institucionalmente, no compromisso de desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por intermédio do questionamento permanente dos fatos, o profissional possa contribuir para o atendimento das necessidades sociais; • Estímulo à autonomia intelectual que significa ser o autor da própria fala e do próprio agir, sendo coerente na integração do conhecimento com a ação. O desenvolvimento de uma postura investigativa por parte do estudante é fundamental para a construção da autonomia intelectual e profissional;
- Responsabilidade, compromisso e solidariedade social como estímulo à convivência e ao desenvolvimento da interação entre os atores da comunidade educativa, constituindo-se ponto integrador das atividades de extensão vinculadas aos cursos/áreas;
- Maior flexibilidade na estrutura curricular dos cursos de graduação privilegiando, dentre outros fatores, a vocação regional e as exigências do mercado de trabalho, em resposta às necessidades da Região e do País. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) assegura maior flexibilidade na organização curricular dos cursos para atender às necessidades de formação heterogênea, as expectativas dos clientes, os acadêmicos e às especificidades regionais;
- Diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem e inserção do aluno na rede de serviços, desde o início da vida acadêmica, contribuindo para a formação do profissional generalista, capaz de atuar em diferentes contextos e integrar criticamente os conhecimentos teóricos, as práticas e as demandas da realidade socioeconômica, cultural e política do País e em especial da Região;
- Utilização de oficinas de trabalho, metodologias ativas, seminários temáticos, simpósios, mesas-redondas, estágios, palestras, aulas expositivas dialogadas, painéis, elaboração de projetos, situações problematizadora, técnicas de dinâmicas de grupos, colóquios e outras práticas inovadoras que atendam às necessidades de aprendizagem de cada curso/área.
São desenvolvidas, entre outros métodos e técnicas, as seguintes opções: leituras comentadas, elaboração de resenhas e/ou fichamentos, relatórios, visitas técnicas, aulas práticas, ensaios em laboratórios, estudos de meio, pesquisa bibliográfica e iniciação científica.
A adoção desses critérios propicia a busca do conhecimento de forma autônoma, e o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas ao perfil do egresso.
Os professores dos cursos da UNIESBAM utilizam diversos métodos e técnicas no desenvolvimento de seus componentes curriculares, observando sempre as vantagens e as limitações de cada um.
No caso da técnica de aula expositiva nas suas formas participativa e dialógica, a atuação do professor não se restringe à mera transmissão de conhecimentos, sendo-lhes destinada a tarefa de possibilitar ao aluno o desenvolvimento do hábito de estudar e debater questões que ultrapassem os limites teóricos levando-os a repensar o conhecimento em um processo de apropriação individual.
Ainda como opção metodológica para os diversos componentes curriculares que compõem a estrutura curricular dos cursos da UNIESBAM, pode-se citar a utilização de pesquisas pontuais voltadas para o aprofundamento e o aperfeiçoamento do conhecimento, assim como para o desenvolvimento de competências e habilidades.
A aprendizagem compreendida como processo de construção de conhecimentos, aquisição de competências e habilidades em interação com a realidade e com a comunidade educativa possibilita ao acadêmico a condição de tornar-se sujeito ativo de sua própria aprendizagem, adquirindo conhecimentos de forma significativa pelo contato com conteúdos e metodologias de ensino, utilizadas em sala de aula. O professor torna-se o assim, o incentivador, o planejador e a liderança que garante situações que estimulam a participação do aluno no processo de aprender.
Os métodos e técnicas de ensino-aprendizagem são cuidadosamente selecionados e planejados pelo corpo docente da UNIESBAM, observando-se a necessidade de propiciar situações que:
- Viabilizem posicionamentos críticos;
- Proponham problemas e questões, como pontos de partida para discussões;
- Definam a relevância de um problema por sua capacidade de propiciar o pensar, não se reduzindo, assim, à aplicação mecânica de fórmulas feitas;
- Provoquem a necessidade de busca de informação;
- Enfatizem a manipulação do conhecimento, não a sua aquisição;
- Aperfeiçoem a argumentação e a contra argumentação para a comprovação de pontos de vista;
- Desmistifique o erro, desencadeando a preocupação com a provisoriedade do conhecimento, a necessidade de formulação de argumentações mais sólidas;
- Tratem o conhecimento como um processo, tendo em vista que ele deve ser retomado, superado e transformado em novos conhecimentos.
Serão utilizados de forma sistemática e contínua, diferentes estratégias educacionais ou metodologias ativas de aprendizagem, conforme descrito a seguir:
- Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom) ou Aulas Flippadas – é uma metodologia ativa onde os discentes estudam os conteúdos conforme sua disponibilidade de tempo e participam de atividades programadas com docentes, tutores e colegas de turma para esclarecer dúvidas, fazer exercícios, trabalhos em grupo e avaliações.
- Aprendizagem Baseada em Desafios ou Problema – PBL (Problem Based Learning) – técnica de problematizar a aprendizagem, colocando o aluno diante de problemas reais ou simulados associados às suas realidades, seu cotidiano, com o objetivo de incentivá-lo a buscar soluções, superar obstáculos ou propor intervenções ou recomendações, levando em conta os contextos e realidades do desafio/problema.
- Aprendizagem Baseada em Projeto – PBL (Project Based Learning) – método sistemático de ensino-aprendizagem que envolve os alunos na aquisição de conhecimentos e habilidades por meio de um processo de investigação, estruturado em torno de questões complexas e autênticas e de produtos e tarefas cuidadosamente planejadas. É uma metodologia motivadora, quando estimula e permite ao discente buscar, selecionar e correlacionar informações que sejam aderentes e agreguem valores ao objeto ou ao projeto de estudo, utilizadas em diferentes contextos de sala de aula e projetos.
- Gamificação – possui o propósito de elevar o nível de engajamento do usuário no desenvolvimento dos conteúdos didáticos através de lógicas (conquistas, troféus, placar de líderes, pontos e níveis, entre outros) originalmente exclusivas dos jogos, oferecendo oportunidades de inserções da lógica do jogo em conteúdos e atividades de aprendizagem tanto presencial quanto mediada e a distância.
- Outras metodologias ativas, tais como Aprendizagem entre Pares e Times, Simulação etc.
A metodologia de ensino adotada na UNIESBAM, como se pode perceber, possui caráter flexível e tem seu foco na aprendizagem a partir de situações-problema, da articulação horizontal e vertical do currículo, da busca constante da integração entre teoria e prática e, ainda, guarda sintonia com a realidade dos alunos, do perfil de profissional que se quer formar e nas mudanças que ocorrem na sociedade.
Atendendo aos princípios norteadores da Proposta Educacional da IES tem como fundamento os quatro pilares do saber que norteiam o processo educativo, o ensino por competências, desenvolvido na UNIESBAM, e descritos no Plano Institucional da Instituição – PDI, a saber: Aprender a conhecer; Aprender a fazer; Aprender a conviver; Aprender a ser.
Os professores, principais mentores deste processo, buscam estimular os alunos à reflexão, à superação de desafios e ao aprofundamento dos estudos ao longo do curso, a partir dos conhecimentos e experiências que possuem. Desta feita, a metodologia de ensino baseia-se na:
- Harmonia com os princípios estabelecidos pela Instituição;
- Orientação das diretrizes curriculares nacionais e pelos princípios da transversalidade, da interdisciplinaridade e da contextualização;
- Integração entre os saberes acadêmicos e as práticas de formação profissional;
- Inserção de competências e habilidades de caráter prático durante o período de integralização do curso;
- Priorização do uso de novas tecnologias educacionais;
- Capacidade de analisar a realidade social, política e econômica, propiciando a formação profissional exigida pelo mercado que respeita ao mesmo tempo, os fundamentos humanísticos do conhecimento e apropria as vantagens dos novos campos do avanço científico e tecnológico, com a sua consequente influência sobre a organização do conhecimento.
Essas metodologias estão adequadas à concepção do curso e englobam atividades que permitem o desenvolvimento de conhecimentos científicos, técnicos e pedagógicos. As pesquisas documentais, leituras e discussões de textos, análise de casos, seminários, estudos dirigidos, visitas técnicas, excursões e aulas expositivas dialogadas são alguns exemplos de metodologias utilizadas, onde os conteúdos são trabalhados de forma transversal, interdisciplinar, considerando a necessidade de propiciar ao aluno formação para a cidadania, autonomia intelectual e compromisso e solidariedade social.
Avaliação
Os procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem na UNIESBAM incluem avaliação das competências e habilidades previstas nas Diretrizes Curriculares dos Cursos, em suas dimensões cognitiva, socioafetiva e comportamental, ou seja:
- Avaliação Conceitual – AC – Este instrumento, cuja aplicação é individual, tem como objetivo avaliar os conceitos básicos apresentados nos planos das disciplinas, podendo ser interdisciplinar. Será aplicado no horário normal da aula da disciplina, em data divulgada em calendário da Instituição. Nesse sentido, permite ao aluno desenvolver capacidades, habilidades, gosto pelo processo de aprender.
- Avaliação Procedimental – AP – Inclui as técnicas, os métodos, as destrezas ou habilidades, as estratégias e os procedimentos. São conjuntos de ações ordenadas, dirigidas para a realização de um objetivo, expressam um saber fazer, que implica em tomar decisões e realizar uma série de ações, de forma ordenada para atingir uma meta. Nesse contexto, as atividades avaliativas devam provocar no aluno o exercício de operações mentais que possibilitem à leitura, a observação, a classificação, a interferência em determinados contextos e as atividades práticas. A avaliação procedimental está presente nos projetos de ensino, por meio de ações presentes nas salas de aula.
- Avaliação Atitudinal – AA – A academia forma para a vida e para a vivência plena da cidadania. Nela está embutida a ideia da formação para os valores, como o respeito, a solidariedade, a responsabilidade, a ética e a honestidade. Busca-se valorizar as atividades que favoreçam esta visão holística viabilizando a prática destes conceitos e ultrapassando a avaliação restrita dos conteúdos técnico-científicos. Neste contexto, é importante a prática da autoavaliação do aluno na perspectiva de desenvolver compromisso com o seu próprio processo de formação.
Além disso, a metodologia de avaliação da aprendizagem é definida pelo professor ou grupo de professores de cada disciplina ou componente curricular, no respectivos Plano de Ensino, aprovado pelo Colegiado do Curso e encaminhado ao Coordenador do Curso, assinado pelos alunos, na primeira semana após o início do período letivo, para registro e arquivamento.
As Avaliações Institucionais ocorrem em datas fixadas no calendário acadêmico, a saber:
I – AV1: conteúdo ministrado até a data da 1ª avaliação;
II – AV2: conteúdo ministrado até a data da 2ª avaliação;
Dar-se-á aprovado ao aluno com Média Final igual ou maior a 5,0 após o exame final.
MF= (AV1 + AV2 + EXAME FINAL) /3
Se caso, o aluno obter Média Bimestral, (AV1 + AV2) /2 igual ou maior a 7,0, este é aprovado direto, caso contrário, terá que realizar o exame final.
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM – Clique aqui
Áreas de atuação:
Assistência: estes profissionais podem prestar assistência de enfermagem na área hospitalar, na atenção primária, em clínicas e outros serviços como, empresas, repartições públicas etc.
- Docência: os enfermeiros também desenvolvem atividades de ensino em Cursos de Enfermagem de nível médio/técnico e ainda podem ser professores de ensino superior nas Instituições de Ensino Superior.
- Gestão: nesta função se encontra: os gestores em nível estadual, municipal (secretários de saúde e coordenadores de programas), os gerentes dos serviços de enfermagem das unidades hospitalares, como por exemplo: Centro Cirúrgico, Unidade de Terapia Intensiva, Serviço de Hemodiálise, Pronto Socorro e demais unidades dos hospitais e outros serviços como, por exemplo, dos Centros e Unidades Básicas de Saúde e das Equipes da ESF – Estratégia Saúde da Família, bem como dos próprios negócios empreendidos no que tange à área privada do cuidado e assistência em Enfermagem.
Pode ainda o enfermeiro exercer funções como: diretor de hospitais e de Centros de Ciências da Saúde das Universidades. Este é apenas um demonstrativo do leque de campos em que o enfermeiro pode atuar, desenvolvendo diversas atividades.
É privativo do profissional enfermeiro:
- Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública, privada, e chefia de serviço e de unidade de enfermagem;
- Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços;
- Planejamento, organização, execução e avaliação, dos serviços da assistência de enfermagem;
- Consultoria, auditoria, e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem; • Consulta de enfermagem;
- Prescrição da assistência de enfermagem;
- Cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida;
- Cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas.
Como integrante da equipe de saúde:
- Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde;
- Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde;
- Participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação;
- Prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar, inclusive como membro das respectivas comissões;
- Participação na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados aos pacientes durante a assistência de Enfermagem;
- Participação na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral e nos programas de vigilância epidemiológica;
- Prestação de assistência de enfermagem à gestante, parturiente, puérpera e ao recém-nascido;
- Participação nos programas e nas atividades de assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco;
- Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto;
- Execução e assistência obstétrica em situação de emergência e execução do parto sem distorcia;
- Participação em programas e atividades de educação sanitária, visando a melhoria de saúde do indivíduo, da família e da população em geral;
- Participação nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde, particularmente nos programas de educação permanente;
- Participação nos programas de higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho;
- Participação na elaboração e na operacionalização do sistema de referência e contra referência do paciente nos diferentes níveis de atenção à saúde;
- Participação no desenvolvimento de tecnologia apropriada à assistência de saúde;
- Participação em bancas examinadoras, em matérias específicas de enfermagem, nos concursos para provimento de cargo ou contratação de enfermeiro ou de pessoal Técnico em Enfermagem.
Duração (ano/semestres): 05 anos / 10 semestres
Turno: Noturno






